O Roda Viva entrevista o físico nuclear indiano Amit Goswami, considerado um importante cientista da atualidade, ele tem instigado os meios acadêmicos com sua busca de uma ponte entre a ciência e a espiritualidade. Ele vive nos EUA, é PhD em física quântica e professor titular da Universidade de Física de Oregon. Há mais de 15 anos está envolvido em estudos que buscam construir o ponto de união entre a física quântica e a espiritualidade. Já foi rotulado de místico pela comunidade científica, e acalmou os críticos através de várias publicações técnicas a respeito de suas idéias. Em seu livro "O Universo Auto-Consciente" ele procura demonstrar que o universo é matematicamente inconsistente, e sem existência de um conjunto superior, no caso Deus. E diz que se esses estudos se desenvolverem, logo no início do terceiro milênio, Deus será objeto da ciência e não mais da religião.
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
ENTREVISTA: FÍSICO QUÂNTICO AMIT GOSWAMI
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Sete Leis para o Sucesso Espiritual
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terça-feira, 28 de Abril de 2009
A crença na teoria da reencarnação não ajuda a vencer o temor da morte?
Pergunta: A crença na teoria da reencarnação não ajuda a vencer o temor da morte?
Krishnamurti: Que entendeis por temor, e que entendeis por morte? Não estou tergiversando. Por que tendes medo da morte? Evidentemente, vós temeis a morte porque ainda não vos preenchestes. Amais alguém e há o perigo de perder essa pessoa; estais escrevendo um livro e podeis morrer sem o terdes terminado; estais construindo a vossa casa e a morte pode chegar, antes de concluída a obra: desejais fazer alguma coisa e a morte pode desferir-vos o seu golpe. Que temeis? Temeis, evidentemente, partir de súbito, não vos preencherdes, temeis ser obrigado a findar. Não é o findar que vos faz ter medo? Não estamos, por ora, tratando da morte – discutiremos a seu respeito mais adiante.
Estamos tratando do que se entende por temor. É bem evidente que o medo só existe em relação com alguma coisa. Há temor em relação com o vosso preenchimento. A questão pois, é esta: há preenchimento? Podeis dizer que estou fazendo rodeios, dando uma explicação palavrosa. Mas não é tal; a vida não é coisa a que possamos dar respostas categóricas de “sim” ou “não”. A vida é muito mais complexa, muito mais bela e sutil.Aquele que deseja uma resposta pronta, é melhor que tome um narcótico, seja o narcótico da crença ou o do divertimento, porque então não terá mais problemas. Para compreender a vida, o homem precisa explorar, descobrir, e essa exploração, esse descobrimento são negados quando a mente está amarrada a alguma crença? Em tal caso, é impossível compreender este problema em sua totalidade.
Que se entende por temor? O temor existe em relação com alguma coisa, essa coisa é o preenchimento de nosso “eu”, em qualquer medida, grande ou pequena. É possível o preenchimento do “eu”? Que se entende por “eu”? Vamos examinar esse assunto com muita atenção, para ver o que é esse “eu”. O “eu”, evidentemente, é um feixe de lembranças, que inclui aquela coisa que chamo eterna, permanente. Essa parte não física do “eu”, ainda que eu a chame Atman, é memória, está sempre compreendida na esfera do pensamento. Isso não podeis negar, não é verdade? Se podeis pensar em alguma coisa, ela ainda está dentro da esfera do pensamento.
O que o pensamento produz, é sempre produto dele próprio, e portanto coisa do tempo. Não há dúvida de que esse todo é o “eu”, o “ego”, quer superior, quer inferior – todas as divisões estão na esfera do pensamento. Por conseguinte, a memória, qualquer que seja o nível em que fixeis o vosso pensamento, é sempre memória. O “eu”, portanto, é um feixe de lembranças, e nada mais. Não existe entidade espiritual identificada como “eu” ou distinta do “eu”; porque, quando dizeis que existe uma entidade espiritual separada do “eu”, ela é ainda um produto do pensamento e por conseguinte está ainda compreendida na esfera do pensamento, - e pensamento é memória. Assim, o “vós” e o “eu”, superior ou inferior, qualquer que seja o ponto em que o fixemos, é memória.
Ora, enquanto existe memória, que é o desejo de vir a ser, há sempre um objetivo para se alcançar; é assim que se verifica a continuação da memória, do “eu” e do “meu”. Isto é, enquanto há um objetivo para se realizar, em proveito do “eu’, e do “meu”, e portanto haverá sempre temor.
O temor só desaparece quando não há mais continuação do “eu” – sendo o “eu” memória. Em outras palavras: enquanto estou em busca de preenchimento, essa mesma busca gera temor da incerteza. Por isso temo a morte. Quando não tenho o desejo de me preencher, não há mais temor. O desejo de preenchimento desaparece logo que compreendo o processo do preenchimento. Não posso simplesmente afirmar que não tenho desejo de preenchimento, pois isso não passa de repetição de uma verdade, sendo, portanto mentira. Enquanto houver qualquer atividade do “eu”, há de haver o temor da morte, o temor de findar, o temor de não continuar.
Que entendemos por morte? É claro que tudo aquilo que é submetido a uso constante chega a um fim; qualquer máquina que funciona constantemente se gasta. De modo idêntico, o nosso corpo, que está em uso constante, chega a um fim, por doença, acidente ou pela idade. Isso é inevitável: pode durar cem anos ou dez anos, mas, visto que está em uso constante, tem de gastar-se. Reconhecemos e aceitamos esse fato, porque o vemos suceder sempre.
Mas existe o “eu” que não é o meu corpo, o “eu” que é minha compreensão acumulada, as coisas que fiz nesta vida, as coisas pelas quais lutei, as experiências que acumulei, as riquezas que juntei – não o “eu” físico, mas o “eu” psicológico, que é memória e que desejo continue a existir, que não desejo que finde. Em verdade, não é a morte que tememos, mas esse findar. Desejamos continuidade. Isto é, desejais que vossas lembranças persistam, com todas as suas riquezas, suas tribulações, sua fealdade, sua beleza, etc. – quereis que tudo isso persista.
Assim, se alguém vos garante essa continuidade, vós o abençoais, o venerais, e fugis de todo aquele que vos aponta a necessidade de compreender aquele “eu”. Na morte, é o fim psicológico que nos causa medo, não é verdade? Não sabeis, na realidade, o que é a morte. Vedes passar enterros, vedes sem vida uma coisa que era antes cheia de vida e de atividade, e não sabeis o que há além. Vedes essa coisa inanimada, desnuda, que se decompõe, e desejais saber o que acontece além – isto é, desejais uma garantia de continuidade de vossas lembranças.
Assim, de fato, não estais interessados em saber o que há além, não estais interessados em descobrir o desconhecido: o que desejais é ter certeza da continuidade de vossas lembranças.Não vos interessa a morte, interessa-vos apenas a vossa própria continuidade como memória. Só quando tiverdes interesse, podereis saber o que é a morte; mas não vos interessa descobrir o significado, a beleza do que está além, não vos interessa o desconhecido, porque só vos interessa o conhecido e a conservação do conhecido. Por certo, o desconhecido só pode ser visto quando o não tememos, o que significa que enquanto estiverdes apegado ao conhecido e desejardes que o conhecido persista, nunca chegareis a conhecer o desconhecido. É muito significativo, não achais? – o fato de que entregastes a vossa vida ao conhecido e não ao desconhecido. Têm-se escrito livros sobre a morte, porque o que interessa é a continuidade.
Ora, não sabeis que aquilo que continua não tem renascimento, não tem renovação? Uma coisa que se repete constantemente, que está ligada a uma cadeia infinita de causa e efeito, sem dúvida não tem renovação. Ela subsiste, simplesmente; sofre alguma modificação, alguma alteração, mas continua essencialmente a mesma. O que é sem cessar a mesma coisa, nunca será novo. Isto é, desejo que o dia de ontem continue, através de hoje, no amanhã; e esse processo do passado que se transporta, através do presente, para o futuro, é o “eu”.
É esse “eu” que quero que persista, e essa continuidade, obviamente, não tem renovação, porque tudo que continua conhece o medo do fim. Por conseguinte, quem deseja continuar a existir sempre, sempre estará nas garras do temor. Só no desconhecido há renovação; é no desconhecido que há criação, e não na continuidade.
Assim, precisais sondar o desconhecido, mas para tanto não podeis ficar apegado à continuidade do conhecido; porque o “eu” e a constante repetição do “eu” recaem no campo do tempo, com suas lutas, suas realizações, suas lembranças. O “eu”, que é um feixe de memórias identificadas como “eu”, quer existir sempre; e não há dúvida de que a continuidade permanente no tempo é um fator de deterioração... Só no desconhecido se encontra renovação, um estado de novo; precisais, pois, investigar o desconhecido. Isto é, precisais investigar a morte, assim como investigais a vida, com suas relações, sua variedade, suas profundezas, seus desgostos e alegrias.
O conhecido é memória e tem continuidade; e pode o conhecido estabelecer relação com o desconhecido? Não pode, evidentemente. Para investigar o desconhecido, a mente precisa tornar-se o desconhecido. Estais muito familiarizados com o “eu”, o “meu”, com vossos companheiros, vossa memória, vossas organizações religiosas, vossas vaidades e paixões – todas essas coisas constituem a vossa vida.
Superficialmente, essas coisas vos são bem conhecidas, e com essa mentalidade do conhecido vos chegais ao desconhecido, procurais estabelecer relação entre o conhecido e o desconhecido. Desse modo, não tendes relação direta com o desconhecido e, por isso, temeis a morte.
Que sabeis acerca da vida? Pouquíssimo. Não conheceis a vossa relação com a propriedade, com vosso vizinho, vossa esposa, vossas idéias. Conheceis apenas as coisas superficiais, e desejais fazer continuar essas coisas superficiais. Por Deus, que vida deplorável! Não é a continuidade uma coisa estúpida? Só o homem tolo deseja subsistir – nenhum homem que tenha chegado a compreender o sentimento das riquezas inerentes à vida, desejaria a continuidade.
Quando compreenderdes a vida, encontrareis o desconhecido; porque a vida é o desconhecido, a vida e morte são a mesma coisa. Não há divisão entre vida e morte; são os insensatos e os ignorantes que fazem a divisão, os que só se preocupam com o seu corpo e sua insignificante continuidade. Essas pessoas se valem da teoria da reencarnação como um meio de esconder o medo que sentem, como uma garantia de sua continuidade estúpida e banal. É óbvio que o pensamento continua; mas, por certo, o homem que procura a verdade não dá importância ao pensamento, pois o pensamento não conduz à verdade.
A teoria do “eu” que continua a existir, pela reencarnação, para chegar à verdade, é uma idéia falsa, inverdadeira. O “eu” é um feixe de lembranças, e isso é tempo, e a mera continuação no tempo não leva ninguém ao eterno, que está fora do tempo. Só se extingue o temor da morte, quando o desconhecido penetra em vosso coração. A vida é o desconhecido, assim como a morte é o desconhecido, como a verdade é o desconhecido. A vida é o desconhecido; mas nós nos aferramos a uma insignificante expressão dessa vida, e isso a que nos apegamos é simples memória, um pensamento que não se completou; por conseguinte, aquilo a que nos apegamos é uma coisa irreal, sem validade alguma. A mente se apega a essa coisa vazia, chamada memória, e memória é a mente, o “eu, qualquer que seja o nível em que nos agrade fixá-lo.
Assim, a mente, que está na esfera do conhecido, não pode chamar a si o desconhecido. Só quando há o desconhecido, um estado de incerteza absoluta, ocorre a cessação do temor, e com ela a percepção da realidade.
Livro: PAZ NO CORAÇÃO (páginas 68 a 76 )
Autor: J. Krishnamurti
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Eckhart Tolle e Krishnamurti
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quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
SAIBA A VERDADE SOBRE O SISTEMA FINANCEIRO MUNDIAL
Saiba a Verdade Sobre o Sistema Financeiro Mundial
Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.
Pergunte às pessoas porque elas não estão dizendo ou fazendo o que realmente acreditam ser o correto e a resposta será medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver. Essa é a idéia: se você pode inflar artificialmente o custo das necessidades básicas como comida, moradia e vestuário, você pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos você precisa ganhar, mais escolhas você tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais você precisa, menos escolhas você tem.
Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O fato de que nós, como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental coletiva que tem se espalhado neste planeta.
Os bancos controlados pela Elite estão emprestando legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer essa fraude funcionar, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com "dinheiro" teórico: cheques e cartões de crédito. Se todo mundo fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente.
A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, em efeito... Nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos R$ 10.000, em um computador. Se o banco estivesse lhe emprestando o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em R$ 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de R$ 10,000?
Seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras em uma tela de computador! E, a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registrado nas contas do banco como um “ativo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo.
A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os ativos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a atividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas, e freqüentemente são empurrados à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras em uma tela de computador e cobrar juros por elas.
Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação em forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro” quando, na realidade, eles não são nada além de dados em um programa de computação sem nada para justificar esses dados.
Por mais que seja estarrecedor, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação - não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida.
Nós ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano, e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto.
Um "boom" econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos "bons tempos" da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos "líderes" políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema.
Por causa desse passe de mágica, as dívidas das pessoas, dos negócios, e dos países alcançaram a terra do nunca, e a necessidade de pagar os juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O Governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é mais surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares.
Olhe para o que acontece somente em uma transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou fatura, um IOU em outras palavras, e a entrega ao Federal Reserve, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “ativo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes!
Todo mundo envolvido em um processo de produção seja ele o fornecedor de materiais, o produtor, a companhia de transporte, a loja, etc... Todos estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram "emprestado". Até que você compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado se comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver em uma porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que nós pagamos em uma hipoteca é somente para pagar os juros. Se você pegar um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional deWestminster da Inglaterra, você pagará de volta £152.000. Você comprará três casas para viver em uma. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: "Banco Nacional de Westminster - nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer.
Por toda parte as pessoas estão fazendo coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A Dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deriva predominantemente de um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso!
É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar.
Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria, e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Hei! Guarda da prisão. Não ouse abrir essa porta. Você me ouviu?
O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global.
Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados, nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado.
O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje.
Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo.
O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos?
Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por que.
Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F Kennedy. O Que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados.
Uma importante pergunta que deve ser feita constantemente é: “quem se beneficia?”
Sempre que um político, economista, líder de igreja, jornalista, ou qualquer um está nós dizendo o que pensar, vale a pena fazer a pergunta: quem se beneficia se eu acreditar no que estão me pedindo para acreditar? A resposta invariavelmente o conduz para a real razão de você está sendo alimentado com essa linha de “pensamento".
Por exemplo: quem se beneficia se as pessoas acreditam que “milícias de extrema direita” estavam por trás do atentado à bomba em Oklahoma?
Resposta: Aqueles que desejam desacreditar as declarações das milícias sobre a Conspiração Global e aqueles que desejam justificar a introdução de leis mais autoritárias dentro dos Estados Unidos e, como o Presidente Clinton colocou 24 horas após o atentado: “um abrandamento nas restrições ao envolvimento das forças armadas na execução da lei doméstica”.
David Icke
Publicada por João de Lagoa em 16:38 0 comentários
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domingo, 8 de Fevereiro de 2009
Planolândia - metáfora sobre dimensões
Liberte-se da Planolândia em que vive, e comece a sentir as dimensões superiores do Universo!...Deixe de rastejar e comece a voar!...:)
Publicada por João de Lagoa em 14:05 0 comentários
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